O CAMINHO PARA SOLUÇÃO ATRAVÉS DE DIÁLOGO É PRIMEIRA E A MAIS EFICAZ SAÍDA.
O que preferir?
A conquista de seu filho pelo amor genuíno e salutar sem os efeitos do conflito entre os pais, ou entregá-lo à exposição compulsória perante Assistentes Sociais, Promotores de Justiça, Juízes, Advogados e Psicólogos, sem acompanhamento regular e desconhecidos a vida da criança?
O desenvolvimento psicológico infantil, em grande parte das vezes á atingido de forma irreversível com efeitos por toda uma vida, por conflitos gerados na menor infância, até a adolescência, quando nascido e cercado por hostilidades parentais, sobretudo em embates perpetrados por seus genitores.
Obviamente que existem relações entre pais que pela natureza de trato impossível, ocasionam por via reflexa o ataque a própria criança que vê-se perdida e confusa em uma irreal e tormentosa “esfera familiar”. No entanto, existem formas extrajudiciais de resolver questões que envolvem guarda e convívio familiar com efeitos quase imperceptíveis ao desenvolvimento psicológico e emocional de uma criança;
Dentro desse aspecto, o diálogo entre os genitores, com recomendação mútua sobre o trato com seus filhos, e a forma como se posicionar em relação ao outro, é sem dúvida o primeiro passo para exposição de ideias e conselhos, sem que para isso precisem se desqualificar entre si.
Nos casos em que qualquer do genitores persista no sentido de afetar com brigas, o estado psicológico dos filhos, dessa forma desqualificando ou denegrindo a imagem que a criança possa ter de seu genitor, é primordial que que os próprios pais procurem ajuda psicológica, objetivando a orientação de como tratar com os próprios sentimentos e emoções que os levam a esse comportamento.
Claramente, tal postura destrutiva dos pais, está exclusivamente ligada à eles próprios de forma alheia a existência de um filho, orbitando em seu exclusivo psiquismo e histórico emocional.
Ainda assim, continuando o genitor a provocar abalos na esfera anímica da criança, de forma advertida, ou não, condicionando-a ao caminho do conflito familiar, mesmo após ser alertado dos malefícios desse comportamento, busque ajuda especializada no assunto para verificar a possibilidade de ajuizar as medidas judiciais cabíveis.
A Lei da Alienação Parental 12.138/2010, com alterações na Lei 14.340/2022, explica como será o procedimento, bem como as sanções que o genitor(a) alienador(a) poderá sofrer, caso seja constatada a alienação parental.
Em suma, um advogado especializado em direito de família desempenha um papel fundamental ao assegurar a proteção dos interesses e o bem-estar das crianças envolvidas em conflitos familiares. Através de uma abordagem legal adequada, busca-se minimizar os danos emocionais e garantir um ambiente saudável para o crescimento e desenvolvimento das crianças.